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Júlio Neiva quer “cimentar-se” na baliza do Vianense e “fixar” o clube na Liga 3
Júlio Neiva, guarda-redes que chegou esta época ao Sport Clube Vianense, alinhou pelo Gil Vicente e pela Académica quando os dois clubes estavam na II Liga, mas nunca teve como meta chegar à principal divisão do futebol nacional. O objetivo era “jogar futebol”, mesmo que fosse em escalões inferiores. Por isso, nos últimos anos, “saltitou” entre várias equipas, entre as quais o “super” Limianos que ficou a um passo da Liga 3. No início desta época, viajou até Viana do Castelo e o desejo, desta vez, passa por fixar-se no clube e, se possível, elevá-lo em breve para outro patamar.
Natural de Barcelos, foi no Andorinhas de Arcozelo que começou a dar os primeiros chutos na bola, ainda como defesa, mas “problemas de respiração”, que entretanto curou, “atiraram-no” para a baliza, onde sempre se sentiu mais confortável, “aos 10 ou 11 anos”.
Atualmente, com 28 anos, tem 1,92 metros. Mas nos primeiros anos de futebol já se destacava pela altura, que herdou do pai. “Já era dos maiores. Nos infantis, eu era de primeiro ano e jogava no segundo. E no meu segundo ano nos infantis fui logo para os iniciados”, recordou.
Ainda na formação, passou pelo SC Braga, pelo Marinhas e depois pelo Gil Vicente, onde fez a transição para sénior. “No Gil, com 19, 20 anos, joguei na II Liga. Fiz 14 ou 15 jogos. Foi muito bom”, contou.
Nessa época, em 2016/2017, defrontou também a Académica, equipa onde, curiosamente, viria a jogar mais tarde. No jogo para a Taça da Liga, Júlio foi decisivo no desempate por grandes penalidades. “Defendi um penalty do Tozé Marreco e ganhámos. Ter defendido e passarmos… Foi muito bom”, contou.